A Vivência no Design

Nos dias atuais sempre ocorre a vivência no mundo do design, que se apresenta de diversas maneiras, podendo ser no celular, computador, prédio, eletrodoméstico ou qualquer objeto. Entretanto, por mais que exista essa vivência, por vezes, apresenta-se uma certa dificuldade de se expressar quando precisa-se reproduzir algo esteticamente agradável e funcional.

Essa fato acorre principalmente quando não se vivencia o ato de ser artista, mesmo possuindo certo contato com produtos bem feitos, não existe uma certa atenção adequada para que posteriormente possa-se reproduzir algo com características semelhantes. Quando se quer estruturar algo para que seja bem formado conceitualmente e esteticamente é necessário toda uma dinâmica de experimentação e análise para que o objetivo seja atingido. Por isso, deve-se destinar um tempo de experimentação e análise sobre o design, pois isso proporcionará o conhecimento adequado que poderá ser utilizado no futuro.

Essa bagagem, pré-requerida, é essencial e também esta associada as ferramentas e métodos utilizados. Por exemplo, quando se quer estruturar uma interface para um aplicativo de celular, primeiramente deve-se ter certa experimentação de como os aplicativos já existentes fizeram sua modelagem e, após isso, através de um processo de abstração, juntamente com o problema proposto, deve-se representar a solução por meio de alguma ferramenta, como o Sketch (aplicativo para modelagem de interfaces), e métodos adequados (conhecimentos adquiridos com a ferramenta). Assim essa duplicidade também se caracteriza por sua essencialidade na produção de algo novo e conceitualmente bem formado.

Outro ponto muito importante é a questão do conhecimento formal que se deve ter minimamente, pois é ele que proporciona a ligação entre os elementos correlacionados. Alguém que produz algo relacionado ao design é esperado que tenha pelo menos uma noção de alguma das correntes de pensamento que proporcionam a formação de uma boa estética. É isso que faz a diferença na hora de um trabalho bem feito, pois também proporcionará um sentido implícito de raciocino no produto final. Não que para se ter algo bem feito precise necessariamente desse conhecimento, mas é importante na hora da abstração e reprodução da ideia. Por isso, sempre é bom estudar um pouco mais sobre o ramo do conhecimento que esta relacionado com o trabalho de design.

Dessa forma, a simples experimentação de objetos esteticamente agradáveis não é suficiente para a produção de um produto final conceitualmente bem formado mas também é necessário considerar que existem aspectos muito importantes para sua estruturação como o conhecimento de ferramentas e métodos e também o conhecimento formal da boa estética pois são eles os componentes que proporcionam um resultado final mais apurado e refinado. Mas nada disso adianta se não trabalhar cognitivamente com o fato de ser um artista e, por isso, deve-se praticar muito para atingir a perfeição.

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